Em determinado momento resolvi fazer uma série em homenagem aos Orixás, buscando traduzir em cores, formas e atmosferas os climas que cada um deles evoca. Cada sala nasceu como uma pequena cena visual, entre arte, espiritualidade e imaginação.
Agora revisitei essas imagens com o apoio da inteligência artificial, lapidando luz, texturas, plantas, materiais e realismo, sempre preservando a composição original. Gostei do resultado! Aproveito também para reunir aqui links de pesquisas e textos que já publiquei no blog sobre esse universo simbólico.
Ogum
O cenário de Ogum nasceu como um portal: a porta aberta, o caminho à frente, o contraste entre azul profundo e vermelho intenso. Uma sala de passagem, força e direção. Para se aprofundar no simbolismo de Ogum, o post está aqui.
Oxum
A sala de Oxum nasceu em tons de dourado, mel e amarelo, com flores, reflexos e uma atmosfera de delicadeza luminosa. A sala evoca beleza, acolhimento, fertilidade criativa e abundância, com a mandala como centro de irradiação. Escrevi sobre o simbolismo de Oxum neste post aqui.
Oxumaré
A sala de Oxumaré nasceu em torno do movimento das cores, das listras verticais e da mandala fractal ao centro, que amplia a sensação de fluxo e transformação. No canto, a imagem de Oxumaré reforça a presença simbólica do orixá, enquanto a sala reúne verde, vermelho, dourado e terra numa atmosfera de renovação e continuidade. Escrevi sobre o simbolismo de Oxumaré neste post aqui.
Iemanjá
Oxóssi
O cenário de Oxóssi nasceu como uma varanda aberta para o verde, cercada por plantas, árvores e luz filtrada pela copa. A mandala no centro da parede vegetal reforça a presença da mata, enquanto a cena evoca silêncio, observação, frescor e conexão com a natureza. Escrevi sobre o simbolismo de Oxóssi neste post aqui.
Iansã
A imagem de Iansã nasceu em vermelho intenso, com luz de fogo, flores vibrantes e uma atmosfera de movimento. O candelabro aceso, a mandala luminosa e a força das cores criam uma sala quente, viva e cheia de presença. Escrevi sobre o simbolismo de Iansã neste post aqui.
Xangô
A imagem de Xangô nasceu como um quintal de pedra, com muro, banco e mesa em materiais rústicos, cercados por vegetação. A mandala circular ocupa o centro da parede como ponto de força e equilíbrio, enquanto a cena evoca firmeza, presença, ancestralidade e sustentação. Escrevi sobre o simbolismo de Xangô neste post aqui.
Oxalá
A imagem de Oxalá nasceu como uma sala branca, luminosa e serena, marcada por transparência, suavidade e silêncio. A mandala clara, a harpa, as flores brancas e a presença da gatinha também branca criam uma atmosfera de paz, elevação e recolhimento. Escrevi sobre o simbolismo de Oxalá neste post aqui..
Obaluaiê
A sala de Obaluaiê nasceu em tons terrosos, com parede rústica, madeira, couro, palha e objetos que evocam ancestralidade. A mandala em vermelho, preto e branco ocupa o centro da sala como ponto de força, enquanto a cena traz uma atmosfera de recolhimento, cura, proteção e profundidade. Escrevi sobre o simbolismo de Obaluaiê/Omulu neste post aqui.
Nanã
A sala de Nanã nasceu em tons de lilás e roxo e água e um pequeno lago ao fundo com flores de lótus. O sapinho que esguicha água, a mandala ao centro e a presença da gatinha no canto inferior esquerdo criam uma atmosfera de silêncio, memória, ancestralidade e recolhimento. Escrevi sobre o simbolismo de Nanã neste post aqui.
Gostou? Para quem quiser compreender melhor esse universo, deixo também um texto introdutório sobre o tema: O que são os Orixás.
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