No dia 23/01, Marte ingressa em Aquário para se juntar a um grupo de planetas que já está ali: Sol, Mercúrio, Vênus e Plutão. Esse stellium reforça os temas aquarianos: modelos sociais, tecnologias, formas de organização coletiva, inovação e revolução.
No dia 27/01,
acontece a conjunção exata de Marte e
Plutão, que já está ativa. Esse encontro costuma chamar atenção e pode
render leituras alarmistas por aí, mas o que realmente define o momento não é
Marte-Plutão isoladamente, e sim o deslocamento coletivo do
eixo Capricórnio → Aquário. É como se a engrenagem do mundo
estivesse mudando de lugar. Sai o foco exclusivo em controle, hierarquia e
manutenção de estruturas antigas, e entra o desafio de reorganizar o poder em
rede, nos sistemas, nas ideias e na vida coletiva.
Marte e Plutão se encontram em média a cada
dois ou dois anos e meio. Esse encontro não cria eventos por si só, mas marca pontos de condensação de força, momentos
em que processos que vinham se acumulando encontram um gatilho de ação. Ao
longo da história, esse ciclo costuma coincidir com confrontos diretos com
estruturas de poder, decisões irreversíveis, colapsos ou reformulações
profundas e o uso intenso da força, seja ela física, política, econômica ou
simbólica.
Marte funciona como gatilho e catalisador temporal do potencial dos planetas
lentos. São eles que descrevem os processos de fundo, as tendências históricas
e as mudanças estruturais em curso. Neste ciclo específico os planetas no
início de Aquário estão em harmonia com
Saturno, Netuno e Urano. Plutão indica onde o poder está concentrado e
o que precisa ser transformado. Saturno mostra os limites e as estruturas que
precisam ser revistas ou fortalecidas. Urano aponta rupturas, inovações e
mudanças de paradigma. Netuno dissolve ilusões, fronteiras e narrativas que já
não se sustentam. Marte entra como a força que coloca tudo isso em ação.
Estejamos atentos, conjunções Marte-Plutão
costumam marcar acontecimentos visíveis. O mesmo vale para Marte em harmonia
com Saturno, Urano e Netuno, como agora: ele acelera processos maduros,
organiza o que precisa ganhar forma, rompe o que não se sustenta mais e inspira
novas direções.
Em Aquário, esse movimento se expressa
sobretudo em disputas por controle de sistemas, reformas ou colapsos em redes,
tecnologia como instrumento de poder, ideologia, informação e coletividade.
Também dialoga com revoluções tecnológicas, reestruturações econômicas e
exposições de jogos de poder que estavam ocultos. O campo de ação é menos
físico e muito mais sistêmico, mental, tecnológico e social.
No plano individual, vale olhar com atenção onde esse início de Aquário cai no mapa de cada
um. É ali que esse stellium tende a atuar com mais intensidade,
promovendo aprofundamentos, inovações, transformações e processos de cura. A
área da vida ativada pede coragem para agir, consciência para lidar com o poder
e abertura para fazer diferente, sem repetir velhos padrões.
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