Gratidão aos Astros — Mestres Silenciosos da Jornada da Alma
Você pode discordar (e há muitas correntes que pensam diferente) mas eu acredito que os planetas não são apenas massas de rocha, gás ou gelo vagando no espaço. São consciências vivas, princípios cósmicos que nos guiam e sustentam. Representam inteligências arquetípicas que atuam como espelhos da alma, professores celestes que nos acompanham desde o nascimento até o último suspiro.
Não estão distantes de nós; agem como espelhos simbólicos da alma, expressando forças que também vibram dentro de nós. Por isso, hoje escrevo em tom de gratidão. Gratidão a essas forças que, mesmo silenciosas, movimentam as engrenagens da nossa evolução.
À Lua, rendo reverência como senhora das marés internas, das emoções e dos ciclos que nos ligam ao instinto, à memória e ao feminino primordial.
A Mercúrio, honro como mensageiro dos deuses. Ele comunica, conecta, traduz, organiza o pensamento, nos ensinando a ouvir, expressar, aprender e negociar com o mundo.
A Vênus, agradeço por nos ensinar a amar, valorizar, criar beleza e harmonia. Ela mostra como nos relacionamos, o que desejamos, o que nos dá prazer e como cultivamos afeto e bem-estar.
Ao Sol, reverencio como fonte da consciência e centro do ser. Ele representa nossa identidade mais essencial, a chama única que viemos expressar no mundo, nossa vitalidade, propósito e vontade de viver.
A Marte, reconheço como força ativa da ação, coragem e decisão. Com Marte aprendemos a conquistar objetivos e agir com determinação, canalizando a vontade de forma consciente.
A Júpiter, celebro como mestre da expansão, da fé e do significado. Ele guia pelas estradas do conhecimento e da espiritualidade, abrindo horizontes e despertando sabedoria.
A Saturno, respeito como guardião do tempo, da estrutura e da responsabilidade. Ele limita para ensinar, cobra para amadurecer. Com ele aprendemos a importância do compromisso, da paciência e da construção sólida.
A Urano, saúdo como aquele que desperta e liberta. Ele rompe padrões, quebra velhos esquemas, nos conduz à inovação e à verdade interior. É o raio que ilumina e quebra correntes.
A Netuno, acolho como névoa sagrada que dissolve fronteiras. Ele conduz à inspiração, ao amor universal, à empatia e à espiritualidade mais refinada. Com Netuno aprendemos a confiar no invisível e ouvir o silêncio.
A Plutão, reverencio como senhor da transformação profunda. Ele destrói ilusões, elimina o que está corrompido e conduz a alma a renascimentos intensos e purificadores. Plutão cura através da crise e fortalece através da perda.
A Quíron, escuto como o curador ferido. Ele nos ensina através da dor onde precisamos despertar consciência. É a ponte para o dom, para a cura e para o serviço à humanidade.
Se a astrologia é a linguagem sagrada do céu, os planetas são as palavras vivas que revelam a jornada da alma.A cada Revolução Solar, a cada trânsito, nos reavaliam, desafiam, instruem e fortalecem. Como mestres pacientes e amorosos, seguem ao nosso lado mesmo quando não os escutamos.
Reconhecer isso, para mim, é mais do que uma crença. É um gesto de reverência. E um convite para escutarmos com mais atenção os ritmos do céu — pois quem agradece aprende mais rápido.
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Que lindo, Marcelo! <3
ResponderExcluirLindo ..... Marcelo gostava de marcar uma consulta aqui vai o meu ni.sequeira@gmail.com obrigada
ResponderExcluirGrata Marcelo... _/\_
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