quinta-feira, 28 de julho de 2011

PIANO, INSTRUMENTO DIVINO


Olá amigos!
Inspirado pela Lua em Câncer, aproveito para recordar a história do piano e um pouquinho da minha infância. Confesso que sou apaixonado por este instrumento, na minha opinião seu som é de beleza incomparável.

O piano mais próximo do que conhecemos hoje surgiu em 1474, criado por Robert Andersan. Mas a primeira referência sobre o piano foi publicada em 1711 no "Giornale dei Litterati d'Italia" quando seu inventor, Bartolomeo Cristoforipor, o apresentou ao público em Florença. Desde então, foi aperfeiçoado até chegar ao piano atual.

Piano feito por  Bartolomeo Cristofori 1720 (Florença, Italia)

A essência da nova invenção residia na possibilidade de dar diferentes intensidade aos sons. Por isso recebeu o nome de "piano-forte" (que vai do piano ao forte) e mais tarde, na língua portuguesa, o nome foi reduzido apenas para piano.

Um piano é um instrumento musical de corda percutida. Também pode ser definido como instrumento de percussão porque o som é produzido quando os batentes (martelos), cobertos por um material macio e ativados através de um teclado, tocam nas cordas esticadas e presas numa estrutura rígida de madeira ou metal. As cordas vibram e produzem o som. Este mecanismo é semelhante ao clavicórdio e ao cravo.

Os três instrumentos diferem  no mecanismo de produção de som. Num cravo as cordas são beliscadas. Num clavicórdio as cordas são batidas por martelos que permanecem em contacto com a corda. No piano o martelo ressalta de imediato após tocar nas cordas e deixa a corda vibrar livremente.

Minha avó era professora de piano, as primeira memórias de minha infância são marcadas pela sua imagem tocando tangos, boleros, valsas... Ela me ensinou a tocar desde pequeno, mas abandonei o estudo quando vim morar em São Paulo. A música que ela mais gostava de me ouvir tocar era "Hey Jude", dos Beatles. Este post é na verdade uma homenagem a ela, tão querida.

Compartilho um vídeo: Arthur Rubinstein, um dos maiores pianistas de todos os tempos, interpreta Franz Schubert, um dos maiores compositores de todos os tempos. A música é Impromptu Opus 90 n.4. Desligue o som do blog para assistir ao vídeo. E depois me diga se não foi elevado às alturas com este som.

Enjoy!

7 comentários:

António Rosa disse...

Marcelo

Que lindo, tanto o texto como a sua ilustração graciosíssima. Parabéns.

Cristiane Brandão disse...

Olá Marcelo

Você é divino e ilumina os nossos dias, eu amo piano.

Grata!

Um grande abraço.

Rosa Sabah disse...

Lindo texto Marcelo!O vídeo,a sua ilustração...pura harmonia! :)
Bjão!!!

MARCELO DALLA disse...

Antônio, querido! Reverencio meu passado e sigo em frente, grato da vida!
Claro que vc me entende, né? ;)
Abraço

MARCELO DALLA disse...

Cristiane: eu tb amo. Em dia serei pianista, nem que seja e encarnações futuras. rsrsrsrs
bjosssssssss

MARCELO DALLA disse...

HARMONIA. A música tem esse grande poder...
Grato pelo carinho.
bjossssssss

Rodrigo Serafim disse...

Também amo música, é impossível ficar indiferente às harmonias, melodias e tudo o que envolve esse universo magnífico de sons.
Gostaria de aprender a tocar piano um dia, por enquanto vou alcançando a alegria dos momentos musicais com o violão mesmo.

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